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Projeto do CAT, desenvolvido com organizações internacionais, é divulgado em publicação

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Estar entre as 16 organizações brasileiras escolhidas para implementar projetos que estimulam e buscam boas práticas agrícolas, é motivo de orgulho para o Clube Amigos da Terra, o CAT Sorriso.

O trabalho desenvolvido na Capital Nacional do Agronegócio foi reconhecido pela Solidaridad e o IDH (Iniciativa Holandesa de Comércio Sustentável) em uma publicação com os resultados e aprendizados na produção responsável da soja no programa SFTF no Brasil.

O programa surgiu com o objetivo de colocar em prática regras capaz de impulsionar a adoção de técnicas de manejo sustentável da soja. Os padrões ajudaram os agricultores a cultivarem soja de uma maneira responsável, com o menor impacto ambiental possível e considerando o aspecto regional. Três países foram selecionados para participar do programa: Brasil, Argentina e Paraguai.

No Brasil, o programa conseguiu engajar milhares de produtores em quatro anos e aprimorar a sustentabilidade da produção de soja em 2,1 milhões de hectares. Para alcançar esses objetivos foram criadas soluções inovadoras e estratégias diferenciadas de acordo com o tamanho do produtor e das características da região.

Em Sorriso, o incentivo veio através do projeto “Gente que Produz e Preserva”. O município, maior produtor de soja do mundo, precisava continuar produzindo, mas sem prejudicar o meio ambiente e as futuras gerações. O CAT se propôs então a certificar propriedades no padrão RTRS (A Round Table on Responsible Soy).

O processo de certificação das propriedades em Sorriso começou em novembro de 2013 e o primeiro grupo, de nove fazendas, recebeu a certificação no fim do ano passado.

Em março deste ano, os produtores receberam mais de meio milhão em dinheiro com a venda dos bônus da soja certificada.
Ao entrar no projeto, de forma voluntária, os produtores rurais selaram compromisso com a responsabilidade social e ambiental e precisam seguir cinco princípios básicos do padrão RTRS de produção: cumprir as leis e as boas práticas de negócios, oferecer boas condições de trabalho, respeitar e criar vínculos com as comunidades locais, cuidar do meio ambiente e adotar boas práticas agrícolas.

Depois do primeiro grupo, outras 21 propriedades se inscreveram no processo de certificação.