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CAT encerra trabalhos e define plano de gestão para os próximos anos

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Membros da diretoria do Clube Amigos da Terra (CAT Sorriso) e a equipe técnica da associação se reuniram para avaliar as atividades desenvolvidas em 2015 e traçar novas metas para o ano que vem. O balanço anual é muito positivo e importante para a história do CAT. Foi em 2015 que o projeto “Gente que Produz e Preserva” do Clube Amigos da Terra, serviu de passaporte para a certificação das primeiras nove propriedades rurais cujos proprietários se propuseram a atender os critérios exigidos pelo padrão de certificação da Mesa Redonda da Soja Responsável – RTRS.

O CAT também desenvolveu projetos junto à agricultura familiar através do projeto de Agroecologia e o Balde Cheio. As iniciativas tem mudado a vida de assentados que, seguindo orientações técnicas e com muita força de vontade, tem reduzido custos e aumentado a produção.

As ações e projetos do CAT contam com o apoio de parceiros. O Balde Cheio, por exemplo, é uma iniciativa promovida pelo Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae-MT), juntamente com o Clube Amigos da Terra, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sorriso, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer MT) e a Prefeitura Municipal de Sorriso. “Foram parcerias que deram muito certo e que vão continuar”, comemorou a diretora de sustentabilidade do CAT, Cynthia Moleta Cominesi.

Na parte administrativa do CAT, um consultor do Sebrae está auxiliando a traçar um plano estratégico de gestão para os próximos anos. Durante dois dias, Welinton Pasdiora conheceu a fundo a realidade da associação que desenvolve projetos de boas práticas ambientais junto aos agropecuaristas. Com o “raio x” foram estabelecidas prioridades e metas de curto e longo prazo. “O CAT foi responsável pela disseminação do plantio direto, Integração Lavoura e Pecuária, fortalecendo os sistemas ambientalmente corretos de produção para a cadeia. Hoje mais de 90% da produção é feita com esse conceito ambiental no município. O CAT tem a missão de gerar riquezas preservando a vida e nada mais justo definir como visão de futuro tornar Sorriso, a Capital Nacional do Agronegócio, mundialmente conhecida pela produção sustentável”, afirmou o consultor.

Para o presidente do CAT, Darcy Getúlio Ferrarin, o plano estratégico é fundamental para o andamento das ações. “É importante a gente definir o campo de atuação e a melhor forma de trabalho para dinamizar o processo e evoluir sempre”, disse o presidente.

O CAT também depende de recursos financeiros para a execução da maioria dos projetos. Atualmente conta com verba de entidades significativas como a WWF Brasil e o IDH, um fundo criado pelo Ministério da Agricultura da Holanda, que incentiva a produção de soja sustentável não só em Sorriso, mas em várias regiões produtivas do Brasil. Para a diretora executiva do CAT, Lenira Arsego, esse planejamento vai direcionar as ações e nos incentivar a buscar mais recursos para novas atividades. “Enquanto a receita é incerta, as despesas são fixas. O investimento errado pode comprometer o andamento das atividades e isso é o que não queremos”, afirmou a diretora.

Com o planejamento estratégico o CAT tem a certeza de que 2016 será um ano desafios, novas parcerias e cada vez mais agropecuaristas fazendo parte dessa história de “Gente que Produz e Preserva”.